ARTIGOS DOUTRINÁRIOS

Título: REFLEXÕES SOBRE O DESENVOLVIMENTO DA MEDIUNIDADE

1) SE EU NÃO DESENVOLVER A MEDIUNIDADE, MINHA VIDA VAI PARA TRÁS?

Não. Esta é uma ideia bastante equivocada. A Umbanda, e a espiritualidade como um todo, não obriga ninguém a ser médium. O livre arbítrio é uma lei maior, contra a qual nenhuma entidade do Astral superior se atenta. Você é muito bem capaz de ter uma vida feliz e saudável ainda que não siga nenhuma religião. O mais importante não é o rótulo externo, mas aquilo que habita seu coração.

O que é importante que você compreenda é que mesmo que não desenvolva sua mediunidade, não deixa de apresentar uma sensibilidade mais aflorada do que as outras pessoas. E precisa, de alguma maneira, cuidar da sua energia e de sua vida espiritual. Há muitos métodos e caminhos diferentes para isso. A Umbanda é só mais um deles, embora esteja firmada em um sólido fundamento que há anos promove muitas bênçãos.

O médium não desenvolvido é vulnerável às diferentes energias. Com facilidade, toma para si as cargas que não são dele. E para que ele possa caminhar com equilíbrio, precisa aprender a lidar com essa característica sua. Bons pensamentos, sentimentos saudáveis, emoções elevadas e uma conduta correta são as principais ferramentas. Além disso, regularmente, deve renovar suas energias.


2) SE EU DESENVOLVER A MEDIUNIDADE, MINHA VIDA VAI MELHORAR?

Há muitos aspectos a serem considerados nesta questão. Antes de tudo, entenda que o objetivo da prática espiritual não é o nosso enriquecimento material. Se você está com esta expectativa, sinto lhe informar que já começou errado. Embora a mediunidade, por nos melhorar como pessoa em todos os sentidos, possa resultar indiretamente no equilíbrio e desenvolvimento da vida financeira, não é essa sua meta principal. Ela favorece nosso fortalecimento e crescimento pessoal e, com isso, atuamos melhor em todas as áreas de nosso caminho.

À medida em que habituamos nossos chakras às vibrações salutares da espiritualidade, apuramos nossos sentidos para captar as informações e orientações do Alto, e nos inserimos numa atividade regular de assistência ao próximo, nosso ser interno evolui e firma sua morada nos planos mais elevadas.

Com o amadurecimento mediúnico, nossas emoções, pensamentos e desejos encontram equilíbrio. Nosso raciocínio é mais claro e nos tornamos receptivos às intuições e inspirações dos guias que nossos acompanham. A partir disso, nossas ações são direcionadas para onde há bênçãos para nós e àqueles que cruzam nosso caminho.


(Autor: Diego Pimentel)







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