Este é o banho mais comumente utilizado, devido à sua simplicidade e eficiência. O elemento principal que é o sal grosso, é excelente condutor elétrico e “absorve” muito bem os átomos eletricamente carregados.
O preparo deste banho é bem simples, basta, após um banho normal, banhar-se de uma mistura de um punhado de sal grosso, em água morna ou fria. Este banho é feito do pescoço para baixo, não lavando os dois chacras superiores (coronal e frontal).
O porquê de não poder lavar os chacras superiores, está ligado ao fato de serem estes chacras ligados à coroa da pessoa, tendo que ser muito bem cuidada, já que é o elo de ligação, através da mediunidade, entre a pessoa e o plano astral superior.
Após o banho, manter-se molhado por alguns minutos e enxugar-se sem esfregar a toalha sobre o corpo, apenas secando o excesso de umidade. O melhor é não se enxugar, mas vai de cada um.
Aqui cabe uma observação, que considero MUITO importante. O sal grosso não é igual, e não substitui um banho de mar.
O sal grosso isolado, seco, denso, ele puxa não só tudo de ruim, mas também a energia boa. Se usar demais, te esvazia. Já o mar é vivo! Tem sal, tem sol, tem vento, tem chuva, tem areia, tem micro organismos, tem energia de movimento. O mar devolve o que tira. Ele não só limpa, ele recarrega.
Enquanto o sal grosso suga a sua carga, o mar recicla sua vibração. Tem energia animal, tem energia vegetal, lunar e solar. É um banho de força ancestral, que te esvazia do excesso, e te devolve o que estava faltando.
Por isso o banho de sal grosso precisa ser compensado com ervas depois, ou então utilizado de acordo com o orientado por entidade em eventual atendimento.
E o banho de mar. As vezes só ele já basta. A Umbanda é natureza viva. E o mar é reza em movimento.
Associação do Movimento Espiritualista Morimbatá - AMEM